Finanças, Poupança e Banco Central do Brasil

Faculdade Ateneu - Parceiro COMENTÁRIOS

Estratégias Financeiras Para A Atual Situação Econômica.

Professor Charlles Franklin como tutor de EAD da Faculdade Ateneu



Por Charlles Franklin Duarte*       

A rentabilidade da poupança, assim com o a inflação e outros indicadores você pode acompanhar acessando o site do Banco Central do Brasil, www.bcb.gov.br, do lado direito deste site observe hoje que a rentabilidade da poupança é 0,3715% am, o que sobre um capital hoje de R$ 1.000,00, daqui a um ano você terá exatos R$ 1.045,50.

Como daqui a um ano pode ter alteração nos preços dos produtos, se você aplicar o desconto do imposto inflacionário sobre este mesmo valor, levando em consideração a inflação dos últimos 12 meses, eis o parâmetro que temos: o futuro é incerto, e, com base histórica, esta expectativa para o futuro do acumulado de 2,84%. Assim, a perca do poder de compra do seu dinheiro será de R$ 28,40, pois o montante gerado seria de R$ 971,60.

Refazendo o cálculo anterior no confronto desses dois montantes, seu ganho real seria de R$ 17,10 e seu montante no final de um ano seria de R$ 1.017,10. No atual momento, com a inflação controlada, a poupança cobre a perca do poder de compra do seu dinheiro afetado pelo aumento dos preços. A poupança voltou a cumprir o seu papel de pelo menos compensar essa perca, mesmo não sendo de forma tão estimulante a uma aplicação.

Mas o lado positivo que podemos ver é que com esse aparente controle da inflação o governo pôde nos últimos meses de forma gradativa baixar a taxa de juros e isso nos dá a esperança de dias melhores com a retomada do crescimento econômico através do aumento do consumo dos brasileiros, pois as compras financiadas estão mais baratas assim como o acesso ao crédito, tanto por parte das pessoas como das empresas. Acompanhe o raciocínio econômico que costumo trabalhar nas discussões do fórum interativo com alunos da disciplina de Economia de Empresa da Faculdade Ateneu.

“Em economia, é comum se ouvir falar que o Banco Central vai aumentar os juros para combater a inflação. Nosso país conta uma história de elevados aumentos de preços e de um sistema de metas de inflação, inclusive esse tipo de notícia sai no jornal com muita regularidade até. Segundo a teoria econômica monetária dominante, quando se aumentam os juros, o governo torna o crédito mais caro e dificulta a tomada de empréstimos tanto pelas pessoas como pelas empresas. Com menos crédito, as pessoas têm menos dinheiro para consumir e as empresas para investir. Com menos consumo e menos investimentos, a demanda por produtos e serviços diminui e, consequentemente, os preços param de subir.
Outra via de transmissão seria a quantidade de dinheiro em circulação. Quando aumentam os juros, tornam-se mais atraentes investimentos em títulos do governo e não mais investimentos produtivos como explicado anteriormente. Quando as pessoas e investidores trocam dinheiro por títulos, o Banco Central consegue tirar dinheiro de circulação, assim com menos dinheiro, mais uma vez, temos menos consumo.
Assim, como diminui o consumo, as empresas não vendem seus produtos, precisam então cortar gastos, e a demissão de funcionários é uma forma, causando desemprego na economia. As pessoas precisam procurar outras opções de sobrevivência fora do mercado formal de trabalho. Essa lógica é base do receituário da política monetária brasileira e dos principais países do mundo, nas últimas décadas”.

* Graduado em Ciência Econômica; especialista em Administração Financeira, professor e tutor EAD da Faculdade Ateneu; consultor organizacional autônomo desde 2004; educador financeiro para famílias e empresas desde 2015, atuando também como assessor financeiro em empresas do setor privado.

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